terça-feira, 22 de abril de 2008

PODEM SOBREVIVER AS LOJAS DE DISCOS?


O post que Andrew Dubber colocou hoje no blogue New Music Strategies mereceu muito interesse da minha parte.

Dubber distingue dois tipos de pessoas, a dos retalhistas (comerciantes) e a dos clientes, que gostam das lojas de discos. O problema e a solução para o problema reside nos dois tipos de pessoas. Os retalhistas querem continuar a existir, e os clientes querem que eles sobrevivam.
O retalhista – ou o vendedor – precisa de saber as novidades e adaptar esse conhecimento à procura do cliente. Os clientes, em especial aqueles que procuram informação de discos saídos, obtêm respostas adequadas apenas em especialistas que os esperam do lado de lá do balcão.

Há um gosto informado, escreve Dubber, que apenas se encontra nesses sítios (e não no grande armazém ou na internet tipo Amazon ou iTunes). Há que filtrar (saber filtrar) dentro de uma oferta de seis milhões de canções. Os que gostam de música – o pão com manteiga desses retalhistas independentes, como continua Dubber – precisam de entusiastas, de líderes de opinião que o ambiente online não dá.

Claro que a tecnologia ajuda, como Andrew Dubber indica na segunda parte do seu post – e que eu aconselho a que leiam na totalidade (ver em
New Music Strategies).